Buscar
  • BC Marketing

Síndico você conhece a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais e condomínio


Em uma era em que tudo está se tornando cada vez mais digital, nossos dados estão cada vez mais expostos e em última análise, podem ser usados ​​como moeda de troca no mercado digital.


Nossas informações são solicitadas de diferentes maneiras em diferentes plataformas digitais e muitas vezes facilitam nossos processos e o acesso a eles.


Nesse cenário muitas vezes o síndico também precisa solicitar as informações dos condôminos para os diversos processos do condomínio.


Como saber quais os limites de utilização de informações dos moradores?


Muitas empresas cometem erros como compartilhar com terceiros, como uma medida comercial, cujo objetivo é ter dados como CPF para pesquisar sua pontuação e números de telefone de contato para fornecer produtos, etc por exemplo.


Portanto, a necessidade de proteger as informações dos condôminos nunca mais foi a mesma, razão pela qual a lei de proteção de dados foi promulgada.


Como funciona a LGPD e quais as sanções


Você chega na farmácia e pede um remédio específico. O atendente pergunta “Gostaria de dar o seu CPF e conseguir 20% de desconto?” A situação é prosaica e muita gente já passou por isso.


Mas para quê dar o seu CPF para obter um desconto específico? O que é realmente feito com esse dado?


Para sanar essas dúvidas e trazer mais transparência no gerenciamento de dados pessoais é que a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei 13.709/2018) foi sancionada, na esteira da legislação europeia que trata do mesmo tema.


A lei entrou em vigor em 18/9/2020 com sanção presidencial da lei nº 14.058, mantendo veto ao artigo 4º da Medida Provisória 959, que adiava a vigência da LGPD para 1º de janeiro de 2021.


As empresas dos mais diversos ramos devem se adequar ao que a lei exige: maior segurança, privacidade e transparência no uso de informações pessoais, o que proporciona ao titular maior controle sobre o processamento de seus dados pessoais.


LGPD nos condomínios


Como síndico você deve esse perguntar: Como adequar meu condomínio a LGPD?


Primeiramente você deve verificar os seguintes requisitos mínimos para cumprir a lei: criar e implementar políticas internas de segurança da informação e privacidade.


Exemplo: Definir o processo de controle de acesso do visitante / prestador de serviço na entrada: coletar os dados mínimos necessários: nome e identidade.


Um procedimento muito eficaz é observar o ciclo de vida dos dados do apartamento registrando em caderno acessível apenas para o guarda, zelador e administrador. O caderno dever ser guardado em gaveta a chave.


Uma lei como essa é importante não só para o cidadão comum, que se vê mais empoderado do uso de seus dados pessoais, mas também responsabiliza empresas de todos os setores a olharem com mais atenção para o gerenciamento desses dados.


As administradoras de condomínio, por exemplo, devem ser transparentes quanto à gestão dos dados dos seus usuários. Você pode informar aos condôminos nas reuniões gerais como o condomínio está lidando com as informações coletadas.


Conclusão


Essas foram dicas simples que podem te ajudar a deixar as informações do seu condomínio mais seguras e te prevenir de problemas futuros, seja ele grande ou pequeno, a Segnet está pronta para te ajudar a fazer dele um lugar mais seguro pra todos.


Desde já agradecemos a sua audiência até aqui e te esperamos semana que vem para a segunda parte desse texto.


Se você ficou interessado em conhecer mais sobre nossos serviços, e só entrar em contato com a gente através do (31) 3234-0606 e do whatsapp(31) 98408-0114. Não deixe de solicitar a avaliação de segurança do seu playground gratuitamente.


Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe da BC Marketing, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

3 visualizações0 comentário