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Moradora de Divinópolis lança sistema de segurança para mulheres

Moradora de Divinópolis lança sistema de segurança para mulheres

A moradora de Divinópolis Priscila Gama é a responsável por liderar a criação de um aplicativo de segurança para mulheres aliado a um dispositivo que permite pedir socorro em caso de perigo. A Malalai, como é chamado o dispositivo e aplicativo, foi desenvolvido no fim de 2015 com apoio dos programadores Henrique Mendes e Jaqueline Costa, além da estudante de engenharia de produção, Anna Clara Otero.

A versão gratuita do aplicativo deve ser lançada em abril deste ano para android. O dispositivo funciona como um botão de emergência que quando acionado permite que seja enviado um pedido de socorro juntamente com localização, a um celular cadastrado no aplicativo.

Priscila  Gama, que é arquiteta e urbanista, conta que a ideia surgiu a partir de um relato de uma mulher que pegou um taxi para voltar para casa. O veículo se desviou da rota e ela foi violentada. "Pensei então, que se alguém tivesse visto que o taxi não estava levando-a para casa e sim desviando da rota, talvez pudesse ter feito alguma coisa", destacou.

Ideia apresentada em evento
O projeto foi apresentado pela equipe na "Startup Weekend BH 2015", um evento de ideias inovadoras com bases tecnológicas. Na disputa ele conquistou o segundo lugar.  Ficamos em segundo lugar, reconhecida coma equipe que melhor entendeu a dor do cliente e fomos então convidados a participar do maior programa de pré-aceleração de startups do Brasil: o "Lemonade", onde pudemos desenvolver melhor a ideia e iniciar a formação de uma empresa que disponibilizará o aplicativo o e dispositivo, que terá de ser comprado, destacou Priscila.

A idealizadora conta que o nome 'Malalai' faz referencia a paquistanesa Malala Yousafzai, vencedora do Nobel da Paz 2014. "Sofreu um atentado porque lutava pelo direito das mulheres, símbolo de luta de liberdade feminina e por isso o nome", enfatizou.

A ideia tomou ainda mais forma após pesquisa com mais de duas mil mulheres, feita pela equipe, quando  foi constatado que a maioria delas prefere passar por locais mais movimentados, sente-se vulnerável ao mexer no celular na rua e tem o hábito de avisar alguém sobre seus deslocamentos.

A Malalai, a partir desta relação, converte a informação de localização em maior segurança para a mulher e maior tranquilidade para quem preza por ela, atuando em três frentes: prevenção, conforto cognitivo, ou seja, a sensação de segurança e medida emergencial. Os dois primeiros são viabilizados por um aplicativo, e o terceiro por um hardware, que é o dispositivo. Ou seja, em uma situação de perigo a mulher aperta o botão e imediatamente as informações de pedido de socorro e a localização são enviadas ao celular que a mulher cadastrou no aplicativo. Um funciona aliado ao outro", explicou.

Mapa da insegurança
Para a prevenção, as mulheres poderão mapear pontos em que se sentiram vulneráveis, gerando assim, um mapeamento colaborativo de rotas seguras e inseguras. " A mulher poderá escolher alguém de sua confiança para que a acompanhe em tempo real, virtualmente. Esta pessoa, além de poder visualizar o seu deslocamento no mapa, receberá mensagens informando sobre sua saída da origem, aproximação do destino e chegada ao destino. O pedido de ajuda é rápido e discreto, dispensando a necessidade de mexer no aparelho e consequentemente, reduzindo o risco de aceleração da violência", contou.

A idealizadora disse que o hardware é um acessório tecnológico que pode ser usado como colar, chaveiro ou bottom. Há um protótipo do dispositivo, mas por segurança nenhuma foto pode ser divulgada.

 

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29 / Set / 2017
Miriam Fernandes